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Linfedema e o câncer

Postado em: 23 de julho, 2015
O tratamento preventivo e o diagnóstico precoce são fundamentais para evitar edemas generalizados
 Cáncer de pechos

São esperados para este ano 57 mil novos casos de câncer de mama segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Comum entre as mulheres, esta doença, que tem a idade como principal fator de risco, possui uma complicação incurável e incapacitante que atinge até 40% de mulheres que passam pela cirurgia radical das mamas.

Os avanços das técnicas cirúrgicas e o diagnóstico precoce são os grandes aliados da prevenção do linfedema, caracterizado pelo acúmulo da linfa causando inchaço, edema, restrição da amplitude do ombro e alterações sensitivas.

Segundo o mastologista Sergio Bruno Bonatto Hatschback, chefe do Serviço de Mama do Hospital Erasto Gaertner e professor aposentado da Universidade Federal do Paraná, o ideal é que todas as pacientes que passam pela cirurgia radical iniciem o trabalho de prevenção ao linfedema.“Para tentar reduzir o acúmulo de linfa, é indicado que as pacientes evitem o edema com a drenagem linfática”, diz o professor.

Para diminuir o risco de infecção, o correto é evitar cortes, picadas de insetos, queimaduras, depilação e retiradas de cutícula. De acordo com o especialista, uma boa solução para a drenagem seria um aparelho por compressão, que faz o trabalho de fisioterapia em casa, realizando o trabalho de esgotamento da linfa como antes era realizado naturalmente pelo organismo.

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