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Experiência compartilhada

Postado em: 12 de agosto, 2015

Segundo o fisioterapeuta Almir Sarri, a obesidade é um dos maiores fatores de risco para o desenvolvimento e agravamento do linfedema. No Hospital de Câncer de Barretos, a incidência está relacionada ao esvaziamento axilar e inguinal, a tumores ginecológicos, ao melanoma e, em menor incidência, ao câncer de mama masculino.

Já o fisioterapeuta José Renato Almeida de Oliveira, que atua nos hospitais Vitta e Erasto Gaertner, em Curitiba, na Alemanha, os pacientes com linfedema passam de duas a três horas com os fisioterapeutas. “Aqui no Brasil, a realidade é diferente; conseguimos que a paciente permaneça no máximo 90 minutos conosco”, reconhece.

José Renato ressalta que o desenvolvimento da tecnologia é necessário para a fisioterapia brasileira. “Ao longo dos anos, vislumbramos o crescimento do arsenal para o diagnóstico e tratamento de diversas áreas da saúde. Nós, fisioterapeutas, também precisamos que a tecnologia se some ao nosso trabalho”, destaca o paranaense, que trabalha com linfedema há 25 anos.

 

Linfedema

 

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