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Estabilização do acesso venoso: qual a razão de se fazer melhor?

Para iniciarmos este artigo proponho uma reflexão: o que estamos fazendo para melhorar a experiência do paciente? Se considerarmos a população pediátrica, precisamos entender que a ansiedade dos pais está em os pequenos não sofram além do necessário. Concordam?

Bem, depois das ponderações internalizadas, podemos dar uma olhada em algumas evidências. Diversos estudos confirmam que os dispositivos de acesso venoso periféricos estão associados a perdas precoces e complicações frequentes, e que a análise destes indicadores é sempre um sinal de alerta. Além disso, caso o profissional não tenha sucesso na primeira tentativa o estresse se instaura entre o profissional e o paciente. No caso de pacientes pediátricos, o drama pode ser muito maior ainda mais se o acesso for perdido com o início do tratamento.

A estabilização adequada dos cateteres é reconhecida como uma das principais intervenções para diminuir a ocorrência do risco de flebite e deslocamento do cateter e pode trazer vantagens para a prevenção de infecções também, uma vez que a patogênese das IPCS está diretamente relacionada com a migração da microbiota da pele através do sítio de inserção, entre outros fatores. Dispositivos de estabilização sem sutura evitam lesões desnecessárias na pele adjacente ao sítio de inserção e podem contribuir para a diminuição da colonização por bactérias. Além disso, este tipo de dispositivo também reduz significativamente o risco de acidentes por perfurocortantes, protegendo também o profissional que está prestando o cuidado.  

Considerando os pacientes pediátricos, existem algumas características específicas nos curativos e dispositivos de estabilização que devem ser consideradas. Raramente existe um curativo resistente, no tamanho e formato compatíveis com bebês e crianças pequenas, que geralmente acabam removendo o dispositivo, mesmo quando não o fazem intencionalmente. Imagine então quando este acesso somente foi possível em um local difícil, por exemplo no ombro ou área de articulação… 

Qualquer dispositivo que seja escolhido para este fim deve facilitar a avaliação regular do local, para monitorar sinais precoces de infiltração, extravasamento, flebites e irritação local. Deve ser de fácil aplicação e remoção, mesmo em condições adversas como em uma criança irrequieta em constante movimento.  

As recomendações nacionais vigentes: Medidas de Prevenção a Infecção Relacionada à Assistência à Saúde”, publicadas pela ANVISA em 2017 (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) reforçam que a estabilização deve sempre ser realizada utilizando técnica asséptica e que fitas adesivas não estéreis e suturas NÃO DEVEM ser utilizadas para estabilização de cateteres periféricos. Também referem que devem ser considerados dois tipos de estabilização para cateteres periféricos: curativo de poliuretano com borda sobre cateter que já traga um dispositivo de estabilização incorporado ou dispositivo adesivo específico para estabilização sobre cateter periférico tradicional. 

Já as recomendações internacionais – os “guidelines” do CDC dos Estados Unidos, apresentam a utilização de curativo semipermeável transparente, estéril para cobertura do sítio de inserção como Categoria IA. Em relação à utilização de dispositivos sem sutura para estabilizar os cateteres, menciona que  reduz o risco de infecções dos cateteres intravasculares em geral (Categoria II).

Segundo a INS, em seus padrões de prática (INS Standards of Practice, 2016 – S37), preconiza que os dispositivos vasculares devem ser estabilizados de maneira que previnam complicações e perda inadvertida do acesso, ressaltando que os métodos utilizados não devem interferir na avaliação e monitoramento do sítio de inserção do acesso nem na administração da terapia prescrita e circulação do membro puncionado.

Levando em conta todas as evidências, é fundamental conhecer uma solução que já está disponível no Brasil.

Parte 1- Pad de estabilização

Base em espuma, adesiva, para acomodar o conector do cateter, estabilizando o acesso periférico. Foi idealizado para proporcionar conforto e segurança ao paciente e minimizar a irritação da pele. Ele cria uma barreira entre entre o conector Luer do cateter e a pele do paciente. É compatível com a maioria dos dispositivos do mercado. Seu uso proporciona estabilização adequada do acesso vascular. Ele permite a adesão às recomendações de boas práticas assistenciais e atende à definição de “dispositivo para estabilização” prevista pelo FDA / CDC e INS. 

Borda reforçada / evita que as bordas do curativo se enrolem e cria uma barreira contra a migração de microrganismos. 2

Parte 2 – Película transparente

  • Janela de visualização no sítio de punção / Não interfere na inspeção / avaliação do sítio de inserção
  • Adesivo hipoalergênico / Adere à pele, permitindo estabilização segura, sem causar dano
  • Barreira bacteriana e viral / Apresenta permeabilidade seletiva permite troca de oxigênio e umidade.2
  • Área pontilhada / perfurada – Auxilia no momento da retirada do curativo

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