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Conectores: sem agulha e sem complicação

A Infusion Nurses Society (INS) trata dos conectores autovedantes e livres de agulhas nas suas orientações para a prática em Infusion Therapy Standards of Practice (publicada em 2011 pela American Journal of Nursing). A proposta primária do conector livre de agulhas é proteger o pessoal de saúde dos riscos com pérfuro-cortantes nas administrações intravenosas intermitentes, bem como evitar infecções nos pacientes.

Internamente, a dinâmica do funcionamento dos conectores sem agulha está relacionada com o deslocamento do fluído, que pode ser negativo, neutro ou positivo. Especificando um pouco mais, são estes mecanismos internos de deslocamento do fluido, que impactam no refluxo sanguíneo, (vide o artigo Choosing the Best Design for Introvenous Needless Conectors to Prevent Bloodstream Infections, de 2010). No entanto, uma observação da INS é importante: quando a necessidade é uma alta taxa de fluxo, os conectores não devem ser utilizados, pois a reduzem.

Entendendo a diferença entre os fluxo:

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